As Vadias do James Brown


Só por uma noite

 

Ela era a garota. Tinha uma bucetinha muito parecida com um big mac. Freqüentava lugares que eu não ia muito com a fuça. Viviam me convidando pra encher a cara. Ela e seu namorado. O cara vivia com uma camiseta do Iggy Pop, gostava de Andy Warhol. Colecionava posts do cara. Fora os Stooges e o Iggy Pop seus gostos em geral não batiam com o meu. Sempre desconfiei das pessoas que gostam do Warhol. Não manjo nada de pintura, mas sou um pouco arrogante pra desprezar algumas coisas que não conheço.

De uma forma geral, o casal era simpático. Bebiam cerveja boa, mas isso não era o suficiente pra fazer com que eu enchesse a cara com eles. Insistiam, faziam cara de chateados. Aquilo parecia sincero, mas eu relutava. O garoto era mais insistente. Se a garota o superasse, talvez eu arregasse. Mas era ele que estava no comando. Então eu sempre inventava uma desculpa e escorregava.

As coxas da menina eram fornidas. Tinha uma bunda imensa. Peitos em forma de maçã. Usava mini-saias curtas e sortidas. Não dispensava um salto alto. Com isso seu rabo melhorava ainda mais. A garota tinha consistência e o olhar perturbador de uma Juliette Lewis. Cheirava encrenca. Se estivesse sozinha eu arriscaria.

        Geralmente quem passava por eles era eu. Mas naquela quinta-feira foram eles que passaram por mim. E eu estava bêbado além da conta. O cara olhou pra mim. Exibia um riso cínico de quem saca a vitória do coldre. Cutucou sua garota e vieram só sorrisos em minha direção. Não tinha como escapar. Então olhei descaradamente pras coxas da menina. Eu fazia questão de ser escroto. Ela mexia os quadris como só uma boa putinha sabe mexer. Coisa de quem treina intensivamente com o maior número de homens possíveis. Sentaram do meu lado. Pediram uma dose de uísque pra eles e uma dupla pra mim. A gostosa sentou-se no meio e seu namoradinho acariciava seu corpo no maior descaramento. Era um bar de putas. Estávamos no lugar certo. Matei minha dose e olhei pra menina quase sendo estuprada. Não me restava nada a fazer ao não ser entrar no rolo. Meti a língua no seu pescoço e a mão no seu cuzinho. Meu pau estava quase estourando a braguilha. Ela sentia todo o volume por trás. Soltava gemidinhos. As putas profissionais olhavam com desprezo. Aquilo era uma concorrência desleal. A garota era dez vezes mais gostosa que elas e ainda por cima ia fazer uma boa suruba de graça. Os espectadores machos olhavam e apertavam a mala pra exibir o volume. Ela pegou nos ovos de um deles, que por ser mais ousado se aproximou da baixaria.

“Tô sem grana, mas eu tenho uma Brasília, acho que dá pra nóis tudo fudê lá dentro.” O estranho disse.

Eles não falaram nada. A garota assentia segurando no seu pau. Eu tava numas de cumplicidade com o escrotão. A garota não era nossa. Estávamos no lucro. E o menino dela era minoria. Teriam que aceitar nossas condições. Entramos na Brasília. O estranho era eletricista e tinha quilos de fio no banco de trás. A garota olhou aquilo e pediu pra que não os violentássemos. Seu namorado era magrinho e não poderia fazer muita coisa caso resolvêssemos foder seu corpo ao nosso modo. Eu só perguntei se ela agüentava nossos paus no seu cuzinho. Ela olhou e chupou um pouco de nós dois. Assentiu quando arrancou um pote de vaselina da bolsa e besuntou aquele rabão todo. Seu garoto batia uma punheta e gemia como uma garota  enquanto fazíamos da sua putinha um misto quente. Ela se desvencilhou dos nossos paus e encheu o cu do seu namoradinho de lubrificante. Pediu que comêssemos o cara. Se fizéssemos ela seria só nossa por uma noite. Esse era o preço. Mas a bela bunda da garota fazia valer a pena.



Escrito por Blue Velvet às 16h47
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