As Vadias do James Brown


E a Tracy faz esse filme também. É o "Cry Baby", com o Jonny Deep e o Iggy Pop.

 



Escrito por Blue Velvet às 18h11
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Eu tava fuçando no google e descobri que saiu uma coleção de dvds da Tracy Lords

  • Coleção Tracy Lords a Musa do Pornô da decada de 70 e 80 - Foto 1
  • Coleção Tracy Lords a Musa do Pornô da decada de 70 e 80 - Foto 2
  • Coleção Tracy Lords a Musa do Pornô da decada de 70 e 80 - Foto 3
  • Coleção Tracy Lords a Musa do Pornô da decada de 70 e 80 - Foto 4


  • Escrito por Blue Velvet às 18h05
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    Só pra enfeitar o ambiente, vai aí a Mônica Belucci

    Monica Bellucci Wallpaper



    Escrito por Blue Velvet às 05h15
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    Neal Cassady Roubou Meu Maveco

    Esse é  meu outro blog. O endereço é: www.carlaccio.zip.net . Agora  tô equipado. Tô trampando com um computador desengruvinhado, então o speed tá funcionando em sua potência máxima. Assim posso postar bem mais por lá. As putarias por aqui continuam semanalmente, até porque não tenho uma criatividade tão pervertida pra criar putanices diariamente. Desejo a todos uma boa foda ao acordarem. Nada como uma boa foda ao acordar. É o melhor breakfeast que um ser humano pode ter



    Escrito por Blue Velvet às 05h06
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    Ovos Fritos

     

     

    Há muito tempo atrás, num dia ermo. Eu tava lá coçando meus culhões. Com uma boa gemada pra lascar em cima de uma menina. Mas não havia nenhuma disponível. No meu pedaço, ou eram muito crianças, ou já tavam na idade do interesse. Sabe como é, moleque loser se fodendo. Na vila a molecada com dois ou três anos a mais que a minha idade possuíam aquelas mobiletes horríveis que estouravam nossos tímpanos. As adolescentes só faltavam gozar por conta disso. Eu só tinha uma bicicleta. Uma extra nylon chapada. Era boa pra pular rampas. Fazíamos uma espécie de desafio mortal. Botávamos uns moleques deitados logo após a saída da rampinha e tomávamos distância.  Depois vínhamos com todo gás pra pular. Tirávamos fininhas de crânios e órgãos vitais. Éramos um grupo de perdedores infalíveis tentando tirar o suspiro de alguma garota. Mas nada.

    A única que nos dava bola era a Carlinha. Mas éramos pelo menos uma meia dúzia disputando a garota que bancava a Betty Boop e sempre nos deixava na mão. Mas de qualquer maneira era uma esperança. Um motivo pra avançar. Enfim, só dávamos nossas encoxadas esporadicamente, numa festinha dançando alguma música lenta horrível. Nessa festas eu me trajava praticamente como o Magnum. Às vezes botava um raybanzinho que meu pai tinha no estoque. Me equipava no requinte da breguice. Era ridículo, era engraçado. Às vezes dava certo. A gemada ia se acumulando nos testículos. Punheta era a solução. Muita punheta que eu batia em homenagem às donas de casa da vizinhança. Tinha uma , a mãe do Tiaguinho. Era uma beldade. Meio gordinha. Dona de uma bunda pra encher a privada. Se enfiava num mini - shortinho. Dava pra ver a polpa da sua bunda e tudo mais. Pra ela eu era só um pivete inocente. Tinha cara de inocente e isso me valia um bocado. Gravava sua bunda e depois me acabava durante o banho. Quando a luz do seu quarto acendia, lá pelas dez da noite, geralmente estávamos vagabundeando pela rua. Ficávamos atentos. O Pinico dizia que quando crescesse iria se casar pra meter todos os dias. Quando a luz se apagava era hora da fodelança em nossas mentes insalubres. Não ouvíamos seus gemidos, nem nada. Ainda não sabíamos direito que uma fêmea poderia espernear um bocado quando levava um ferro. Nunca tínhamos tocado uma buceta que não fosse de celulose. Ás vezes um pensamento terrível me assombrava - e se nenhuma mulher quisesse me proporcionar o prazer da luxúria ? Aquela vontade toda iria infectar meus neurônios. Iria enlouquecer. Ouvíamos estórias escabrosas de estupradores que atentavam contra colegiais do bairro na saída da escola. Pensava que talvez as mulheres estivessem faltando com eles e aquela seria a última saída. Tinha medo de me tornar um deles e acabar numa cela pelo resto da minha vida. Sem direito a nada, nem visita íntima. Até que um dia me deparei com os classificados de sexo. Não sabia que uma prostituta poderia ser arranjada de maneira tão simples e por um preço acessível. Achava que era coisa só do cinema ou um luxo disponível apenas pra milionários. E naquela idade eu já tinha certeza que nunca me tornaria um milionário. Comecei a discar os números. Tentava disfarçar minha voz de pivete. Falava com elas, pedia descrições detalhadas de seus corpos e o que elas fariam comigo na cama. Disfarçava mal minha voz de garnisé. Algumas entendiam meu desespero e me aguçavam. Pelo menos fomentavam minha imaginação. Era melhor do que nada. Eu me acabava. Ainda não existia sexo virtual e nem tele sexo. Eu fazia aquilo por instinto. Me descobri um voyeur auditivo. Havia putas baratas. Ficava mais tranqüilo. Não me tornaria um estuprador e nem um débil mental. Poderia foder assim como quem pede um prato de comida. Era um negócio como qualquer outro. Assim que me tornasse um machinho com um trabalho de office boy iria investir meus trocados nesse tipo de prazer. Iria buscar incessantemente uma que se parecesse com a mãe do Tiaguinho. Pensava que talvez ela até fosse uma delas quando me deleitava pelo telefone. Seria um futuro promissor e minha gemada jamais iria cozinhar nos meus culhões.



    Escrito por Blue Velvet às 18h24
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