.... uns trocados pra garantir a diversão Eu sempre fui fissurado numa meia arrastão. Mulher de meia arrastão já é meio caminho andado. A garota tava flanando na rua, desde o começo da noite. Tinha um bocado de balcão ao meu lado pra ela se acomodar. Mostrei interesse e a menina de meia-arrastão me fez uma concessão. Pediu uma dose de tequila e começou a falar, falar para caralho por sinal. Eu era só ouvidos e olhos para aquelas coxas devidamente recheadas e embaladas de presente pra mim. O que ela falava não importava, não era tão interessante quanto suas coxas. Mesmo assim ela continuava, eu de conhaque e ela de tequila. A menina descia uma, duas, três, quase uma dúzia de doses e não enrolava a língua. Era bêbada profissional. Gostei ainda mais da menina, que a cada levantada e cruzada de coxas cedia mais e mais pedaços de carne pro meu deleite. Coloquei minhas mãos ali, senti sua pele em flor. Ela ria e dizia se sentir inibida com os bicos de seu peito se descarando. Coloquei sua mãozinha no devido lugar, que era dentro da minha braguilha, só pra ela sentir o volume, só pra ela sentir as conseqüências de suas coxas. “É pra você ficar orgulhosa, olha o estado que você me deixou.” Eu disse. “Preciso dar pra você, agora.” Ela disse. Eu tava liso. Não tinha uma nota, nem pra pagar um hotel fuleiro. “O que a gente faz?” Ela disse. “A gente trepa.” “ Onde?” “Eu conheço um lugar.” “Qual?” “No fim da rua. Pensei que você conhecesse, todo mundo trepa lá. É uma espécie de hotel comunitário do pedaço.” “Não, não conheço, é a primeira vez que venho aqui.” “Eu te apresento.” Descemos a rua, o comilódromo era na entrada de um prédio abandonado que dava fundos pruma praça de medigos. Era comum eu transar com uma garota por ali, na companhia de outros freaks e de gente que morava na rua. Os mendigos não tavam nem aí pra assistir a moçada se divertindo, eles não exitavam em reclamar da gemeção. Às vezes ameaçavam dar madeirada em algum casal que fizesse barulho demais. Trepar ali podia, mas tinha que respeitar as leis do pedaço e fazer pouco barulho. Comer uma mulher ali era como fazer uma refeição no Bom Prato. A garota se incomodou com o ambiente, cem metros antes de chegarmos ao local. Ela declinou, ali não dava pé. “Você conhece outro lugar?” Ela disse. “Conheço, mas só nesse dá pra ficar à vontade. Se você quiser eu te levo prum canto melhor, mas lá só vai dar pra você fazer uma chupeta pra mim.” “Não, eu preciso desse seu negócio mexendo dentro de mim, senão eu enlouqueço.” “Serviço completo só dá pra fazer aqui, de graça, só aqui mesmo.” Ela resolveu botar a mão no bolso e pagar um hotelzinho pra gente ficar mais à vontade. Já tava quase amanhecendo. O que eu podia fazer era pagar um pingado e um pão com margarina pra nós. Fizemos nosso desejum, e em menos de quinze minutos éramos beneficiados com um bocado de privacidade. Ela foi logo tirando a minissaia, a meia arrastão e tudo mais. “Peraí, baby. Fique com a meia, eu sou tarado por ela.” “Tudo bem, vou me exibir pra você.” Eu só olhava aquela beldade toda, rebolando na minha frente, de salto alto e tudo. Pedi um conhaque na recepção, tinha uma linha direta que ligava o quarto à portaria. Pedi a parada ali na cama, peladão, deitado de pau duro, na maior luxúria. Ela rebolava profissa. Eu socava uma punhetinha cabulosa até quase estourar. A garota sacava de exibicionismo, vinha com a ponta da língua, atiçava. Pegava nas minhas bolas e apalpava deliciosamente bem. “Cara, não esquenta não, eu sei que sou gostosa. Se você gozar eu espero e a gente continua depois.” “A primeira é a primeira. Não tem esporrada melhor.” “Se você gosta de sofrer eu vou colaborar.” Ela pegou a bolsa e foi até o banheiro. Demorou uns dez minutos. Eu procurava manter meu pau duro na base da massagem e da imaginação. Ela voltou com uma calcinha ainda menor, o que deixava sua bunda ainda maior. Além da calcinha a garota tava incrementada com uma bota de salto gigante, um perfume doce e maquiagem de quem vai chupar de verdade. Eu quase gozei só de ver, a coisa veio pra cabeça e por um segundo eu fiz a porra toda retroceder. Ela rebolava ainda mais, dizia que fantasiava ser estuprada e só batia siririca pensando nessas coisas. “Eu vou fazer você gozar só de olhar.” Ela disse. “Vai fundo.” Ela esfregava a bunda na minha cara, tinha passado bastante perfume naquilo tudo. Eu enfiava minha língua na sua buceta. Tava quase gozando, ela pegou minha trolha de jeito. Não tinha como evitar, meus culhões deram um solavanco e a coisa saiu com pressão, até doer o canal doeu. Ela olhava aquela quantidade de porra com orgulho. Senti que ainda tinha mais um bocado dentro dos meus culhões. Aquilo era inédito, tinha tanta porra que não saiu tudo de uma vez. Eu já tinha visto o suficiente, agora era hora do Helter Skelter. Sentei a coxuda no meu pau, tava tão molhada a bucentinha dela, ela era só umidade. Dei alguns solavancos, sentado, de lado e em pé. Agora eu tava mais paciente, a coisa ia demorar. O telefone tocou, atendi aquela linha direta. Fui avisado sobre nosso horário, ele havia se esgotado. Pedi mais uns quinze minutos de arrego. Era um homem quem estava do outro lado da linha, se o cara não fosse invejoso, entenderia minha situação. Mas ele não me atendeu. Se quiséssemos ficar mais algum tempo por ali, tínhamos que desembolsar mais vintão. Meu bolso, naquele momento, era incapaz de bancar meu prazer. O bolso dela também já tinha feito o que podia fazer por aquela noite. Olhei pra menina, deitada na cama, desesperada tentando terminar a coisa na siririca. O camareiro bateu na porta. Abri a fresta. “Ou paga os vinte, ou se manda agora.” Ele olhou pela fresta e viu o desespero da mulher. “Tá vendo, deixa eu terminar, só quinze minutos.” Eu disse. “Os quinze minutos vai ser pra mim, rapaz. Todo dia é eu que recolho esse lençol cheio de porra. Agora é minha vez de se divertir.” Disse o camareiro. A garota pulou da cama, ria de satisfação ao ver aquilo. Olhou pra cara do camareiro e disse: “Eba, o moço tem razão. Agora você vai me socializar. Demorou muito pra se aproveitar de mim, agora vai ter que deixar o moço trabalhador brincar.” Eu não tinha o que fazer. Era a vez do camareiro . Ele rasgou o resto da meia-arrastão da menina e deu três estocadas impiedosas. Ela gemeu e sossegou. Já era meio dia. Um péssimo horário pra viver.
Escrito por Blue Velvet às 02h29
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