Uma boa do Lemmy Kilmister Indagado sobre o que ele achava mais interessante numa mulher, o grande OldMan do Rock and Roll manda essa: "Os peitos! Prefiro os de silicone, eles nunca apontam para o sul, eles nunca te desapontam."
Escrito por Blue Velvet às 13h21
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Blackout Não tinha mais uma lâmpada inteira nos postes. Não tinha mais nenhuma putinha na esquina, onde elas sempre defendiam uns trocados. Não tinha mais nada, nem as travestis de quinta categoria que costumavam chupar de graça a molecada desfalcada de grana, nem elas estavam no pedaço. Pelo menos pra mim tinha sobrado uma última biscate, antes que a bagaça toda acabasse. Ela fazia uma boquete catega enquanto eu olhava o breu pela janela. O bar da esquina tava fechado. Eu não sabia quem tinha começado a porra toda, se era a bandidagem ou se era a polícia. Mas a recomendação era que todo mundo ficasse recolhido até segunda ordem. E essa recomendação fodia a minha noite. E eu tinha lá essa biscatinha que se excitava com o perigo. Mandei ela descolar uns drinks pra gente. Prometi que arregaçaria sua boca se eu ficasse de cara naquela noite, eu sabia que não cumpriria o prometido caso a bebida não pintasse. Fazia isso só porque ela gostava que eu endurecesse, e eu não podia fazer desfeita pra menina. Esperei um bocado, e ela não voltou. Botei três DVDs da Ângela Summers a minha disposição e caí na punheta. Comecei a desconfiar que a bandidagem tivesse feito sopa da minha última piranha. A bandidagem devia tá se divertindo com ela. Uma biscate coxuda, morena, bunda 110 vestindo uma micro sainha branca no meio da noite. |Com um monte de poste arregaçado, desfilando naquele breu todo, ela devia tá na mesa dos caras. Voltei pra kit, a última saída ia ser aquele Zulu com o resto de Coca Cola da garrafa. Precisava aliviar a cabeça. Mas não precisei apelar. Beber um troço daqueles comoveria até o diabo. Entrei no mocó e ela tava lá, com uma garrafa de Domec na mão, gentilmente me esperando. Fui doce com a menina, ela merecia ser bem tratada pelo esforço. Tinha salvado minha noite com aquela garrafa. Meti minhas mãos na sua cintura, eu tentava ser delicado. Não tinha muita intimidade com esse tipo de procedimento. Ela tava estranhando, pediu pra botar aqueles DVDs de putaria pra gente assistir junto. Depois pediu uma garota como a Ângela pra gente. Tentei chamar uma através dos classificados de sexo, mas não havia puta que tivesse coragem de sair de casa naquela noite. Ela disse que sem uma garota não ia ter sexo. Matei mais um copo de conhaque e fui pra cima dela, sem piedade. Ela pediu que eu arrancasse sangue de seu nariz, ela queria gozar na base da porrada. Aquilo não era nenhuma novidade. Colei os brinco da menina. Deixei ela parecida com um Dálmata. Depois da sessão de porrada ela disse que ia pra delegacia me denunciar por agressão, disse que ia pedir uma baita indenização. Dei mais algumas porradas, já que eu ia morrer com a grana não custava nada danificar pra valer a moral da menina.
Escrito por Blue Velvet às 01h57
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